Elisângela B. Taborda

Escritório de advocacia especializado em direito bancário

DEFESA ESTRATÉGICA PARA QUEM PRECISA DE SOLUÇÃO EM DIREITO BANCÁRIO

Atuação jurídica focada em fraude bancária, golpes financeiros, empréstimos indevidos, bloqueios de conta e cobranças abusivas.

Nosso trabalho combina estratégia, rapidez e técnica para proteger seus direitos e buscar a reparação integral dos prejuízos.

Se você teve problema com banco, conta bloqueada, transação não reconhecida ou contrato indevido, fale agora com um especialista.

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Diferenciais do escritório

Experiência

Centenas de Casos Resolvidos

Efetividade

A sua Defesa Factual e Palpável

Ética

Transparência e Honestidade, Sempre!

Por que contratar

Segurança jurídica para lidar com bancos e instituições financeiras

Análise técnica do caso

Identificamos falhas bancárias, riscos processuais e oportunidades jurídicas para buscar solução com estratégia.

Proteção patrimonial

Atuação direcionada para reduzir prejuízo financeiro, preservar patrimônio e restaurar estabilidade.

Atendimento nacional

Estrutura para atender clientes em todo o Brasil, com suporte rápido e acompanhamento contínuo.

Nossas especialidades

Como podemos ajudar você em Direito Bancário

Atuação em golpes Pix, falso gerente, empréstimos não reconhecidos, transferências indevidas, cartões clonados e demais fraudes com movimentações não autorizadas.

Como funciona

Após Você Enviar Sua Consulta Aqui

  • 1º Passo

    Você Clica no Botão de "Falar com um Advogado" ou de "Consulte um Advogado" explicando o seu caso.

  • 2º Passo

    Minha Equipe e eu receberemos sua demanda e entraremos em contato o mais breve possível.

  • 3º Passo

    Após Analisado será apresentado a solução e só então contrato de honorários.

Dra. Elisângela B. Taborda

OAB Certificado

Advogado Associado Ativo

Sobre mim

Advogada Especialista em Direito Bancário

Movimentações não autorizadas, empréstimos falsos, desvios em conta ou golpes com uso do sistema bancário exigem análise técnica e ritmo de trabalho firme.

Atuo na defesa de clientes contra fraudes bancárias e cenários correlatos, cruzando extratos, contratos e comunicações com o banco para montar a estratégia mais adequada.

Seu caso é tratado com prioridade para documentação e prazos — em fraudes, cada dia conta na preservação de provas e direitos.

Se esta página fala com a sua situação, relate o ocorrido: avalio responsabilidades, possíveis reclamações e vias judiciais para buscar reparação.

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Perguntasfrequentes

Se você caiu em um golpe Pix, é fundamental agir com rapidez para tentar recuperar seu dinheiro. Esses passos que indicamos a seguir são muito importantes — inclusive, há profissionais no mercado que cobram de R$ 400 a até R$ 1.000 apenas para orientar vítimas sobre como proceder. O primeiro passo é informar o seu banco, comunicando que você foi vítima de fraude bancária e solicitando a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED). O segundo passo é registrar um boletim de ocorrência, incluindo no mínimo os dados da chave Pix, o nome completo de quem recebeu o dinheiro e as informações parciais do CPF ou CNPJ que aparecem no comprovante. Mais importante do que contar uma história é fornecer dados objetivos para que a polícia possa rastrear a fraude. O terceiro passo é avisar o banco que recebeu o valor, informando que você foi vítima de fraude, enviando o boletim de ocorrência e solicitando a abertura do MED. O quarto passo é registrar uma reclamação no site do Banco Central (BACEN), informando os protocolos de atendimento do seu banco e do banco destinatário. Após seguir esses passos, os bancos são obrigados a tentar sequestrar os valores que ainda estiverem disponíveis nas contas que receberam o dinheiro para devolução. Se negarem, não devolverem ou devolverem valor menor, entre em contato para que possamos adotar as medidas cabíveis.

Se apareceu um empréstimo que você não reconhece na sua conta bancária, é fundamental agir imediatamente para evitar novos prejuízos e buscar o cancelamento da operação. O primeiro passo é entrar em contato com o seu banco e registrar uma contestação formal, informando que você foi vítima de fraude ou de contratação indevida. Solicite o protocolo de atendimento e, se possível, peça o bloqueio imediato do valor. O segundo passo é registrar um boletim de ocorrência relatando o fato. No boletim, seja objetivo: informe que houve a contratação de um empréstimo não reconhecido, o valor, a data, o número do contrato (se constar no aplicativo) e o banco envolvido. O terceiro passo é registrar uma reclamação no Banco Central (BACEN) e no Procon do seu estado, mencionando o número do protocolo de atendimento do banco. Essas medidas iniciais são muito importantes. Agir com rapidez e estratégia é essencial para aumentar as chances de cancelar o contrato e evitar cobranças futuras. Se o banco negar a solução ou não cancelar o débito, entre em contato conosco. Temos as medidas corretas para buscar a anulação do empréstimo que você não contratou, inclusive através de pedido de liminar para solução rápida, especialmente quando se trata de clientes idosos, que possuem proteção legal reforçada.

Se você foi vítima de um golpe bancário ou de fraude financeira, o primeiro passo é solicitar ao banco a contestação da transação, informando que se trata de fraude. Nesse pedido, também é possível solicitar a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED), nos casos de Pix. Ao mesmo tempo, é fundamental registrar um boletim de ocorrência, informando todos os dados da transação: valor, chave Pix, nome e CPF ou CNPJ do destinatário, mesmo que eles só constem parcialmente. Além disso, registre uma reclamação no Banco Central e, se necessário, também no Procon, sempre informando os protocolos gerados no atendimento do banco. Na prática, muitos bancos negam automaticamente os pedidos de contestação. Se o banco negar a devolução, não reconhecer a fraude ou se recusar a resolver o problema de forma amigável, é fundamental contar com um advogado especialista para adotar as medidas cabíveis. Um advogado pode ingressar com ação judicial para responsabilizar o banco e buscar a devolução dos valores, inclusive com pedido de liminar para suspender imediatamente empréstimos fraudulentos e cobranças ilegítimas, dando fôlego financeiro à vítima. Caso você esteja passando por essa situação, entre em contato conosco para receber orientação adequada e proteger seus direitos.

Sim, em muitos casos de fraude bancária, é possível pedir indenização por danos morais. Quando o banco falha em proteger a segurança da sua conta, ignora movimentações atípicas ou se omite diante de uma fraude, o cliente tem o direito de buscar não apenas a devolução dos valores perdidos, mas também uma reparação pelos transtornos emocionais e prejuízos que sofreu. O entendimento dos tribunais é que o banco, como prestador de serviço, tem o dever de proteger o consumidor contra fraudes previsíveis. Quando esse dever é descumprido, o dano moral é presumido — ou seja, a vítima não precisa provar o sofrimento emocional, apenas demonstrar a falha na prestação do serviço. É importante ter em mente que, no Brasil, os valores fixados a título de danos morais costumam ser mais baixos do que em outros países. As indenizações são calculadas de forma moderada, mas variam conforme o padrão de vida da vítima, a extensão do dano sofrido, o impacto na vida pessoal e financeira e a conduta do banco no caso concreto. Cada situação precisa ser analisada individualmente, e um advogado especialista poderá identificar os melhores argumentos para valorizar o seu pedido de indenização.

De acordo com um advogado fraude bancária, há padrões recorrentes que ajudam a identificar quando uma situação tem características típicas de golpe. Os sinais mais comuns são: - Pagamento solicitado para contas de terceiros: valor cobrado em nome de pessoa física ou empresa desconhecida, diferente da que você acredita estar negociando. - Exigência de pagamento antecipado para liberar valores: taxa, imposto, seguro ou custo de liberação para receber um valor maior em seguida. - Alegação de bloqueio ou investigação: discurso de que o valor está bloqueado judicialmente ou sob investigação. - Promessa de retorno multiplicado: promessa de devolver 10x mais ou garantir grande recompensa. - Discurso com tom de urgência e oportunidade, para que você não tenha tempo de refletir. - Falta de contrato, recibo ou documentos formais. - Dados comerciais incoerentes ou recém-criados. - Uso do gatilho mental da reciprocidade. Esses elementos em conjunto são fortes indicativos de fraude e exigem atenção redobrada.

Um advogado especialista em fraude bancária atua na defesa de pessoas que foram vítimas de golpes financeiros, oferecendo suporte jurídico completo para recuperar os valores perdidos, apontar a responsabilidade das instituições financeiras e resguardar os direitos da vítima. Esse profissional analisa o caso em detalhes, orienta sobre os primeiros passos (B.O., contato com bancos, MED), realiza notificações e protocolos extrajudiciais, move ações judiciais, identifica a possibilidade de responsabilização civil de terceiros e acompanha o cliente em todas as fases do processo. Contar com um advogado especialista em fraude bancária aumenta consideravelmente as chances de recuperar os valores perdidos e de responsabilizar os culpados.

Sim. Um advogado fraude bancária pode entrar com ação judicial contra o banco quando há indícios de falha na segurança da conta, omissão da instituição diante de movimentações atípicas ou quando o cliente notifica o banco e mesmo assim o prejuízo ocorre. Cada caso precisa ser analisado individualmente, mas, em regra, os bancos respondem objetivamente pelos danos causados em razão de fraudes que poderiam ter sido evitadas com mecanismos de segurança adequados.

Uma forma prática de verificar a legitimidade de uma empresa é consultá-la na Junta Comercial do estado em que está registrada. Se a empresa for de São Paulo, a consulta pode ser feita gratuitamente no site oficial da Jucesp (jucesponline.sp.gov.br). Você pode conferir data de abertura, endereço, capital social e nome dos sócios. Sinais de alerta incluem empresa aberta recentemente, capital social elevado em endereço incompatível, falta de histórico comercial ou site confiável. Empresas com esse perfil podem estar sendo usadas como 'laranjas' para aplicar golpes financeiros.

Antes de fazer qualquer pagamento, cadastro ou fornecer dados pessoais, é essencial verificar se o site é legítimo. Veja alguns passos: 1) Verifique o endereço (URL) com atenção, evitando domínios estranhos ou parecidos com os oficiais. 2) Consulte o domínio no WHOIS (registro.br/2/whois) para conferir data de criação, titular e país. 3) Pesquise o nome do site no Google junto com palavras como 'golpe' ou 'reclamações'. 4) Evite clicar em links recebidos por WhatsApp, SMS ou e-mail. Prefira digitar o endereço manualmente ou acessar pelo site oficial.

Na maioria dos estados é possível registrar o boletim de ocorrência de forma online, no site da Polícia Civil. O B.O. eletrônico tem a mesma validade jurídica do registrado presencialmente. É importante incluir todos os dados da fraude: valor, data, chave Pix, nome e CPF ou CNPJ do destinatário, mesmo que parcialmente. Um boletim bem preenchido fortalece sua contestação no banco e eventuais ações judiciais.

O boletim de ocorrência deve ser objetivo e conter dados concretos, evitando desabafos emocionais. Não pode faltar: 1) Como o golpe aconteceu, de forma breve e técnica (ex.: falso gerente, link falso, etc.). 2) Dados da transação: valor, tipo (Pix, TED, boleto), data e horário. 3) Dados do destinatário: nome, CPF/CNPJ, banco, agência, conta, chave Pix. 4) Meios de contato usados pelos golpistas: telefone, e-mail, site, perfil em rede social. Um B.O. bem feito facilita a investigação, apoia pedidos de devolução via MED e fortalece a ação judicial.

Com o boletim em mãos, o próximo passo é notificar imediatamente o seu banco e o banco do destinatário do Pix, informando o golpe e solicitando a devolução dos valores via MED. Esse pedido deve ser feito o quanto antes, preferencialmente nas primeiras 24 horas. Se os bancos não devolverem os valores voluntariamente, um advogado especialista poderá ingressar com ação judicial contra as instituições e contra o titular da conta que recebeu os valores, buscando ressarcimento e responsabilização. Além disso, em golpes de estelionato, é preciso representar formalmente contra os autores para que a polícia possa investigar criminalmente, dentro do prazo legal.

Se você enviou fotos de documentos (RG, CPF, CNH, comprovante de endereço, selfies com documentos), é fundamental agir rapidamente: 1) Registre um boletim de ocorrência de perda/vazamento de documentos. 2) Acesse o Registrato do Banco Central (bcb.gov.br/meubc/registrato) para verificar contas, operações e chaves Pix vinculadas ao seu CPF. 3) Monitore seu CPF em serviços de proteção ao crédito (Serasa, SPC, Boa Vista) para identificar eventuais contratos ou dívidas que não reconhece. Um advogado especialista pode acompanhar o caso, anular contratos indevidos e garantir que prejuízos não recaiam sobre você.

Em golpes com plataformas ou corretoras falsas, os saldos exibidos normalmente são fictícios, criados apenas para convencer a vítima a investir mais. Judicialmente, o que pode ser buscado é o valor real efetivamente investido — aquilo que saiu da sua conta bancária ou carteira digital. O saldo 'virtual' mostrado na tela, que nunca existiu de fato, não pode ser cobrado como se fosse lucro verdadeiro.

O primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, informando valor, data, horário, dados dos destinatários e tipo de transação. Depois: - Contate seu banco, informe o B.O. e solicite devolução via MED (no caso de Pix). - Avise o banco destinatário, também com o B.O., pedindo bloqueio da conta e tentativa de devolução. - Registre reclamação no Banco Central, informando protocolos dos bancos e número do boletim. Esses são os passos iniciais mais eficazes para tentar recuperar valores perdidos em golpes.

Para tentar recuperar valores enviados via Pix em golpes, siga 4 passos fundamentais: 1) Boletim de ocorrência, com todos os dados da transação e contatos dos golpistas. 2) Reclamação no seu banco, pedindo formalmente a abertura do MED. 3) Reclamação no banco destinatário, com solicitação de bloqueio da conta envolvida. 4) Reclamação no Banco Central, incluindo protocolos dos bancos e número do B.O. Se ainda assim não houver devolução, um advogado especialista poderá acionar judicialmente os bancos e os titulares das contas, buscando responsabilização e ressarcimento.

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