Bloqueios que travam o caixa
Conta bloqueada, penhora de recebíveis, SisbaJud e garantias exigidas aparecem quando a cobrança já começa a afetar folha, fornecedores e operação.
Dívida empresarial exige outra estratégia
Quando a dívida está no CNPJ, o caminho não é Lei do Superendividamento. A empresa precisa descobrir primeiro se a cobrança pode ser defendida, se há prescrição, excesso, vício documental ou risco de bloqueio.
Depois desse diagnóstico, a estratégia pode seguir para defesa em execução, acordo com desconto ou parcelamento. Se o passivo for tributário federal inscrito em dívida ativa da União, também pode ser avaliada transação individual na PGFN.

Problemas recorrentes em dívidas empresariais
Antes de escolher entre defesa, acordo ou PGFN, o escritório precisa identificar quais problemas já estão pressionando a empresa. Em muitos casos, a urgência não está em uma tese isolada, mas na combinação entre bloqueio, prazo, valor cobrado, prescrição possível, proposta ruim e risco para a operação.
Conta bloqueada, penhora de recebíveis, SisbaJud e garantias exigidas aparecem quando a cobrança já começa a afetar folha, fornecedores e operação.
Empréstimo, capital de giro ou PRONAMPE chegam à execução com juros, encargos e saldo pouco claros. A empresa fica pressionada, sem saber se paga, negocia ou se defende.
Prescrição tributária, prescrição intercorrente, citação, intimação e marcos de interrupção podem mudar completamente a exigibilidade da cobrança.
Entradas altas, parcelas inviáveis, garantias pesadas e risco de rescisão podem transformar uma negociação apressada em novo problema.
Em acordos e transações, o escritório atua para buscar as melhores condições possíveis; já houve casos com descontos de até 90%, conforme perfil do débito, documentação e regra aplicável.
A cobrança não pesa só no processo: afeta certidão, crédito, fornecedor, faturamento, reputação e capacidade de continuar funcionando.
Pontos principais
A atuação combina defesa processual, leitura de prescrição, negociação com desconto e estratégia tributária quando o débito federal permite um caminho pela PGFN.
Ponto 1
Atuação quando a cobrança já ameaça caixa, garantias e operação da empresa, inclusive em execuções fiscais e dívidas bancárias como capital de giro ou PRONAMPE.
Ponto 2
Leitura técnica dos prazos e marcos que podem afetar a exigibilidade da cobrança, incluindo prescrição tributária, prescrição intercorrente e outras hipóteses conforme a origem da dívida.
Ponto 3
Estratégia para negociar valor cobrado, desconto, entrada, prazo, garantias, risco de rescisão e impacto real no fluxo de caixa.
Ponto 4
Quando a dívida é tributária federal e está inscrita em dívida ativa da União, o escritório estrutura a leitura de viabilidade, capacidade de pagamento e proposta individual quando aplicável.

Como funciona
Você clica em "Falar sobre dívida da empresa" e envia a citação, intimação, número do processo, CDA, contrato ou proposta recebida.
Você clica em "Falar sobre dívida da empresa" e envia a citação, intimação, número do processo, CDA, contrato ou proposta recebida.
A equipe organiza origem da dívida, fase do processo, prazos, prescrição, garantias, bloqueios e risco para a operação.
A equipe organiza origem da dívida, fase do processo, prazos, prescrição, garantias, bloqueios e risco para a operação.
Após a análise, indicamos o caminho possível: medida defensiva, prescrição, negociação com desconto, parcelamento ou, em débitos federais, frente específica perante a PGFN.
Após a análise, indicamos o caminho possível: medida defensiva, prescrição, negociação com desconto, parcelamento ou, em débitos federais, frente específica perante a PGFN.


OAB Certificado
Advogado Associado Ativo
Advocacia em defesa de empresas e dívidas no CNPJ
Atuo em defesa de empresas contra execuções fiscais, cobranças judiciais, dívidas em dívida ativa e negociações complexas no CNPJ, sempre considerando o impacto da cobrança sobre a operação da empresa.
A condução do caso começa pelo diagnóstico da cobrança: quem cobra, em que fase está o processo, se o crédito ainda é exigível, se há prescrição tributária ou prescrição intercorrente quando cabível, quais bloqueios existem e se há espaço para defesa ou acordo com desconto. Quando o débito é tributário federal inscrito em dívida ativa da União, a análise pode envolver estratégia perante a PGFN.
Centenas de empresas já passaram por essa análise. O atendimento é feito por WhatsApp, com orientação técnica e sem promessa de resultado: cada empresa exige leitura própria da documentação, dos prazos e do passivo.
Se você chegou por esta página, relate a situação da cobrança ou execução. A primeira conversa já ajuda a definir os documentos necessários e o próximo passo.
Onde o escritório foi notícia na imprensa ou colaborou com a pauta.
Antes de aceitar uma condição ou deixar o processo avançar, vale organizar os documentos e avaliar as opções.
A primeira análise serve para identificar se existe defesa, prescrição, desconto possível, medida urgente para proteger a operação da empresa ou, em débitos federais, caminho específico perante a PGFN.
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Perguntas frequentes
Antes de pagar, parcelar ou aceitar a primeira proposta, é importante entender a origem da cobrança, o valor exigido, a fase do processo, a existência de bloqueio, a validade dos documentos e se há prescrição, excesso ou outra defesa possível. Em dívida empresarial, uma decisão tomada com pressa pode comprometer caixa, garantias e continuidade da operação.
Sim. O bloqueio precisa ser analisado com urgência para verificar valor, origem, proporcionalidade, necessidade de substituição por garantia, excesso de constrição e impacto sobre a atividade da empresa. Dependendo do caso, a medida pode buscar desbloqueio, redução do bloqueio, substituição de garantia ou negociação estratégica.
Pode existir. A prescrição depende da natureza da dívida, dos prazos aplicáveis, dos atos praticados no processo e dos marcos que interrompem ou suspendem a cobrança. Em matéria tributária, também podem ser analisadas prescrição tributária e prescrição intercorrente, quando cabíveis.
Pode, quando estiver configurada e for reconhecida no caso concreto. No CTN, a ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos contados da constituição definitiva, mas existem causas de interrupção, suspensão e detalhes processuais que precisam ser conferidos documento por documento.
A atuação busca a melhor condição possível dentro do caso concreto. Já houve casos com descontos de até 90%, mas o percentual depende do credor, da origem da dívida, garantias, fase da cobrança, capacidade de pagamento, risco processual e regra aplicável ao programa ou negociação.
Nem sempre. Uma proposta pode parecer boa pelo desconto, mas ser ruim pela entrada, prazo curto, garantia exigida, cláusula de vencimento antecipado ou risco de rescisão. O acordo precisa ser comparado com as defesas possíveis, o risco de bloqueio e a real capacidade de pagamento da empresa.
A PGFN entra quando a dívida é tributária federal e está inscrita em dívida ativa da União. Nesses casos, pode ser avaliada transação, inclusive individual quando aplicável, com base na situação fiscal, capacidade de pagamento, documentação contábil e regras vigentes.
Pode. Em muitos casos, a defesa serve para reduzir risco, discutir excesso, apontar vícios ou ganhar previsibilidade, enquanto a negociação busca uma saída econômica viável. A estratégia não precisa ser apenas brigar ou apenas pagar; ela pode combinar defesa, acordo e proteção do caixa.
Não. Execução fiscal envolve cobrança de crédito público, como tributos inscritos em dívida ativa. Execução bancária ou empresarial pode envolver CCB, contrato, confissão de dívida, duplicata e outras obrigações privadas. Prazos, defesas, garantias e possibilidades de acordo mudam conforme a origem da cobrança.
Sim. Dívida do PRONAMPE costuma exigir leitura de contrato, saldo cobrado, garantias, histórico de pagamento, eventual renegociação anterior, risco de execução bancária e impacto no caixa da empresa. A estratégia pode envolver defesa, discussão de excesso, proteção contra bloqueios e negociação para buscar uma condição viável.
Pode valer. Parcelamentos antigos, acordos rompidos ou propostas renovadas podem esconder encargos, valores mal calculados, garantias desnecessárias ou oportunidades melhores de negociação. A revisão ajuda a entender se manter o acordo atual é a melhor saída ou se existe estratégia mais adequada.
Separe número do processo, citação ou intimação, CDA quando houver, demonstrativo do débito, contrato ou CCB, notificações, extratos de parcelamentos, propostas de acordo, comprovantes de bloqueio, garantias já oferecidas e documentos que mostrem o impacto da cobrança no caixa da empresa.