
Escritório Especializado em Golpes e Fraudes
Advogado Especialista em Golpes Cripto, criptoativos e criptomoedas
Advocacia especialista na recuperação de valores perdidos em golpes com cripto, fraudes com criptoativos, criptomoedas e rastreio de cripto on chain.
Ajudamos vítimas de golpes e fraudes em falsas corretoras, pool de mineração, falso professor, grupos de investimento e roubo de celular com acesso a carteiras, entre outros, a proteger seus direitos e recuperar seus ativos.
Utilizamos estratégias jurídicas eficazes, com atuação em todo o Brasil. Se você sofreu algum tipo de golpe financeiro, converse com nossa equipe. A orientação certa faz toda a diferença para reverter prejuízos e responsabilizar os envolvidos.
Diferenciais do escritório

Experiência
Centenas de Casos Resolvidos

Efetividade
A sua Defesa Factual e Palpável

Ética
Transparência e Honestidade, Sempre!
Golpes e fraudes Cripto em que atuamos
Principais tipos de golpes com criptoativos e como podemos ajudar na sua defesa.
Golpe da Falsa Corretora
⚙️ Como funciona
Criminosos criam plataformas que simulam corretoras legítimas de criptomoedas, mas que, na verdade, funcionam como um jogo manipulado para enganar a vítima. Para gerar credibilidade, criam notícias falsas, certificados forjados e provas sociais fabricadas, como depoimentos e prints de supostos lucros, todos falsos.
Golpe Phishing de Criptoativos
⚙️ Como funciona
Criminosos enviam links falsos por e-mail, WhatsApp, Telegram ou redes sociais, que imitam com perfeição o site ou aplicativo de carteiras digitais como MetaMask, Trust Wallet ou exchanges como a Binance.
Golpe do Pool de Mineração
⚙️ Como funciona
Criminosos se apresentam como representantes de grupos de mineração de criptomoedas (“mining pools”), prometendo altos rendimentos com lucros diários e automáticos. Para dar credibilidade, oferecem suposto suporte técnico e alegam que uma equipe especializada ajudará a configurar a carteira da vítima.
Golpe do Falso Professor
⚙️ Como funciona
O golpista se apresenta como especialista em investimentos em criptomoedas, muitas vezes usando os títulos de “professor”, “mentor” ou “analista”. Com perfis bem elaborados, exibe certificados falsos, depoimentos manipulados, resultados irreais e até links para supostas reportagens, tudo para transmitir autoridade e confiança.
Golpe do Grupo de Investimentos
⚙️ Como funciona
A vítima é adicionada ou convidada para entrar em um grupo de mensagens — geralmente no WhatsApp, Telegram ou redes sociais — que aparenta ser uma comunidade de investidores bem-sucedidos.
Golpe do Roubo de Celular (Acesso a Criptoativos)
⚙️ Como funciona
Criminosos roubam ou furtam o celular da vítima e, com acesso ao dispositivo desbloqueado ou com senhas salvas, acessam carteiras digitais, corretoras como a Binance e apps de criptoativos instalados no aparelho.
Você Não Está Sozinho.
Advogados contra golpes financeiros, prontos para atender você.
Nossa equipe jurídica especializada está pronta para analisar seu caso, identificar os responsáveis e buscar a reparação que você tem direito.
Rastreamento on chain
Fazemos o rastreamento on chain das suas transferências
Rastreamento é seguir as hashes das transferências na blockchain e reconstruir o caminho dos ativos: carteiras intermediárias, ponto em que o fluxo para e saídas em corretoras (exchange), onde os criptoativos costumam ser convertidos antes de ir para conta bancária.
Três etapas. Um relatório claro do caminho dos seus ativos.
Envio dos dados
Você entra em contato e envia o extrato da corretora ou da carteira, hashes de transação, comprovantes e resumo do golpe.
Pré-análise e honorários
Avaliamos viabilidade jurídica e técnica. Em seguida apresentamos honorários e próximos passos com transparência.
Rastreamento on chain
Quando necessário, cruzamos as hashes no livro-razão público, identificamos saltos entre carteiras e apontamos exchanges ou pontos de saída.
Relatório de rastreamento
Entrega do relatório com o fluxo documentado, pronto para medidas de bloqueio, notificações e ação judicial quando cabível.
Precisa de rastreamento on chain no seu caso?
Envie hashes, extratos e comprovantes. Nossa equipe analisa o fluxo e orienta os próximos passos jurídicos.
Como funciona
Após Você Enviar Sua Consulta Aqui
1º Passo
Você Clica no Botão de "Falar com um Advogado" ou de "Consulte um Advogado" explicando o seu caso.
1º Passo
Você Clica no Botão de "Falar com um Advogado" ou de "Consulte um Advogado" explicando o seu caso.
2º Passo
Minha Equipe e eu receberemos sua demanda e entraremos em contato o mais breve possível.
2º Passo
Minha Equipe e eu receberemos sua demanda e entraremos em contato o mais breve possível.
3º Passo
Após Analisado será apresentado a solução e só então contrato de honorários.
3º Passo
Após Analisado será apresentado a solução e só então contrato de honorários.


OAB Certificado
Advogado Associado Ativo
Sobre mim
Advogada especialista em golpes com criptoativos e fraudes financeiras
Advocacia especializada na recuperação de valores perdidos em golpes com criptomoedas, fraudes com criptoativos, falsas corretoras, phishing de carteiras e cenários em que o prejuízo envolve bancos, exchanges e transferências on chain.
Atuo com foco em estratégia cível e criminal quando cabível, cruzando provas digitais, comunicações e extratos para orientar vítimas com transparência sobre prazos e possibilidades reais de reparação.
O escritório reúne equipe preparada para atender casos complexos de fraudes financeiras e digitais, com atendimento ético e sem promessas irreais — o objetivo é defender seus direitos com técnica e determinação.
Se você foi vítima de golpe envolvendo cripto, corretora falsa ou roubo de acesso à carteira, relate o ocorrido. A primeira análise já ajuda a definir se há medidas urgentes a tomar.
Depoimentos de Clientes

Atendemos Online em Todo o Brasil
Nossa localização
Na Mídia
Onde o escritório foi notícia na imprensa ou colaborou com a pauta.
PERGUNTAS FREQUENTES(FAQ)
Você chegou até aqui porque algo deu errado com um investimento em criptomoedas, com uma plataforma que não libera saque, com o roubo do seu celular ou com uma transferência que não deveria ter acontecido.
Antes de procurar ajuda, é normal não saber exatamente o que ocorreu, se foi golpe, qual foi o caminho do dinheiro ou se ainda existe alguma chance de recuperação.
Esta página foi criada para ajudar você a entender o que aconteceu e o que pode ser feito. Cada tipo de golpe tem uma rota diferente. E cada rota exige uma estratégia diferente.
Pare imediatamente qualquer novo depósito ou transferência. A primeira orientação, em qualquer tipo de golpe com criptoativos, é essa. Depois disso, a providência imediata depende de como o dinheiro saiu: Se você fez Pix ou transferência bancária diretamente para uma plataforma de investimento que se revelou falsa, entre em contato com o seu banco agora, informe que foi vítima de fraude e solicite a contestação da transação. O tempo é decisivo: quanto mais rápido o comunicado, maiores as chances de acionar os mecanismos de bloqueio disponíveis. Se você comprou criptoativos dentro de um aplicativo de corretora legítima e depois enviou esses ativos para uma carteira indicada por alguém, a contestação bancária não resolve. O trabalho passa a ser o rastreio on-chain, que exige os dados da sua transação na corretora: histórico de saques, endereços de destino e os identificadores técnicos de cada movimentação. Em qualquer dos dois casos: não instale aplicativos indicados por desconhecidos, não compartilhe senhas ou códigos de autenticação e não apague conversas, e-mails ou prints antes de salvar tudo.
Essa é uma das dúvidas mais comuns e mais importantes de esclarecer, porque ela define toda a estratégia jurídica. Uma corretora legítima é aquela cujo aplicativo você baixou diretamente na loja oficial do seu celular, de empresas conhecidas e verificáveis. Dentro dela, você compra, vende e saca criptoativos de verdade. As transações aparecem na blockchain e podem ser rastreadas. Uma falsa corretora é, na maioria dos casos, uma página na internet ou um aplicativo enviado por link que imita uma corretora real ou se apresenta como uma plataforma nova e exclusiva, normalmente indicada por um suposto professor, mentor ou grupo de sinais no WhatsApp ou Telegram. Dentro dela, o saldo cresce, os gráficos sobem e os lucros aparecem na tela. Mas esse número é manipulado. Ele não corresponde a nenhuma movimentação real na blockchain. É como um placar inventado: você vê o número, mas o dinheiro não está lá. O sinal mais claro de que era falsa aparece quando você tenta sacar: surgem cobranças de taxa, imposto, compliance, desbloqueio ou regularização. Em uma plataforma real, eventual cobrança seria descontada do próprio saldo. Quando pedem novo depósito de fora para liberar o que já seria seu, a fraude está confirmada. Se você ainda não sabe se a plataforma era falsa ou legítima, guarde os links, prints e conversas e procure orientação antes de tomar qualquer outra providência.
Depende de para onde o Pix foi. Se você fez Pix diretamente para uma falsa corretora, ou seja, transferiu dinheiro para uma conta bancária de golpistas que fingiam ser uma plataforma de investimento, é possível acionar o banco para contestar a transação. O tempo é decisivo: quanto mais rápido o comunicado, maiores as chances de acionar os mecanismos de bloqueio disponíveis. Preserve os comprovantes do Pix, os dados da conta recebedora e todas as conversas com atendentes ou mentores da plataforma. Se você fez Pix para uma corretora legítima para comprar criptoativos, esse Pix não tem o que contestar. Você recebeu o que pagou: os criptoativos entraram na sua conta da exchange. O problema ocorreu depois, quando você transferiu esses ativos pela blockchain para uma carteira indicada por golpistas. Nesse caso, o caminho não é o banco. É o rastreio on-chain a partir dos dados da sua transação na corretora.
É um dos sinais mais claros de fraude. Plataformas falsas exibem gráficos, saldo crescente, rentabilidade diária e valorização de moeda exclusiva para convencer a vítima de que o investimento deu certo. O objetivo é manter a confiança e estimular novos depósitos. O golpe se revela no momento do saque. Surgem cobranças como taxa de saque, imposto antecipado, taxa de liberação, depósito de segurança, taxa antifraude, compliance ou regularização por suposta investigação. Não faça novos depósitos. Essas cobranças não servem para liberar dinheiro. Servem para aumentar o prejuízo.
Não. Se você tivesse dinheiro em uma plataforma séria e existisse alguma taxa ou imposto legítimo a pagar, o mais lógico seria descontá-lo diretamente do seu próprio saldo, que também é dinheiro. Não haveria motivo para exigir que você depositasse um valor novo, vindo de fora, para liberar recursos que já seriam seus. Quando pedem novo depósito externo para liberar saldo, lucro ou criptoativos, isso é continuação da fraude. Os criminosos usam documentos falsos, selos de órgãos inexistentes e linguagem técnica para criar aparência de legitimidade. Interrompa os pagamentos e procure orientação antes de qualquer nova movimentação.
Se você enviou criptoativos pela blockchain, o hash ou TXID é o identificador técnico daquela transação. Funciona como um número de rastreamento: por meio dele, é possível saber exatamente de qual carteira os ativos saíram, para qual carteira foram, em qual horário, em qual rede e quais foram os movimentos posteriores. Em golpes com criptoativos, essa informação é indispensável para o rastreio on-chain. Sem ela, a análise é muito limitada. Você encontra o hash ou TXID no histórico de saques ou transferências da corretora que utilizou, normalmente em campos como withdrawal history, transaction ID ou blockchain transaction. Se não encontrar, solicite formalmente à corretora o histórico completo das operações.
Sim, e com muito mais rapidez do que a maioria imagina. O roubo de celular deixou de ser um crime patrimonial simples. Hoje, aparelhos roubados são entregues a quadrilhas organizadas e especializadas em invasão de corretoras de criptoativos. Com o aparelho em mãos, essas quadrilhas acessam o aplicativo da exchange já logado, contornam autenticações e realizam saques antes que a vítima perceba o que está acontecendo. Os criptoativos, uma vez transferidos pela blockchain, não voltam por simples contestação. As providências imediatas são: entrar em contato com a corretora pelo canal oficial, informar o roubo e solicitar o bloqueio imediato da conta e de qualquer transação pendente; revogar a autenticação de dois fatores vinculada ao aparelho roubado, incluindo o acesso de aplicativos autenticadores que estavam instalados no celular; e registrar o boletim de ocorrência do roubo com data e hora precisas, pois esse documento é essencial para qualquer medida jurídica posterior. Se a corretora foi comunicada do roubo e mesmo assim permitiu que os valores fossem sacados ou transferidos, a responsabilidade é por falha de segurança. A lógica é direta: a vítima avisou, a corretora tinha condições de bloquear e não bloqueou. Existe jurisprudência favorável nessa linha.
Rastreio on-chain é a análise técnica das movimentações realizadas na blockchain. A partir dos hashes, TXIDs e endereços de carteira, é possível mapear o caminho dos ativos: carteiras intermediárias, conversões, uso de bridges, mixers e passagens por exchanges centralizadas que podem estar sujeitas a ordens judiciais. No escritório, esse trabalho é realizado com apoio de analista forense especializado em blockchain. O laudo técnico produzido não é apenas uma peça auxiliar. Ele é o fundamento das medidas jurídicas: pedido de dados cadastrais de titulares de carteiras, bloqueio de valores, identificação de responsáveis e eventual responsabilização de plataformas e intermediários. Criptomoedas ainda são um tema novo no Brasil. Um juiz não decide a favor do que não compreendeu. Uma delegacia não investiga aquilo para o qual não tem uma pista concreta de onde buscar. Por isso, traduzir o rastreio em linguagem clara e juridicamente utilizável é parte central da estratégia, não um detalhe técnico secundário.
Depende do que o rastreio on-chain revela, e essa decisão é tomada sempre com foco no melhor interesse do cliente. Quando o rastreio indica que os valores passaram por exchanges com representação no Brasil, o caminho natural seria o cível: apresentamos o laudo técnico, pedimos os dados cadastrais do titular da carteira e o bloqueio dos valores junto à corretora. Em fraudes bancárias tradicionais, essa estratégia tem alta taxa de sucesso. O problema é que o Judiciário brasileiro ainda não reconhece de forma consolidada que corretoras de criptomoedas são equiparáveis a instituições financeiras para fins de responsabilidade e compliance. Na prática, exchanges sistematicamente descumprem determinações judiciais cíveis sem consequências proporcionais. Isso reduz significativamente as chances de resultado pela via cível em fraudes com criptoativos. Por esse motivo, optamos na maioria dos casos de fraude cripto por acionar primeiro a via criminal, junto ao GAECO, CyberGAECO e Ministério Público Federal. A investigação criminal tem força coercitiva superior para compelir exchanges a fornecerem dados de KYC e a bloquearem valores. Estamos construindo precedentes, educando o sistema e adaptando a estratégia à realidade atual do Judiciário e do mercado brasileiro.
Não, e qualquer profissional sério deve ser transparente sobre isso. O rastreio mostra de onde os ativos saíram e para onde foram. Isso é o alicerce de qualquer medida com chance real de resultado. Mas a recuperação depende de outros fatores: velocidade de atuação, qualidade das provas, destino dos ativos, cooperação das plataformas, identificação dos titulares e viabilidade de bloqueio em cada ponto da rota. O que o escritório oferece é estratégia técnica e jurídica construída sobre prova real. Não promessa de resultado.
Os documentos variam conforme a forma como o dinheiro saiu. Se você fez Pix ou transferência diretamente para uma falsa corretora: comprovantes de Pix ou TED, dados da conta recebedora, extratos bancários do período, nome e links da plataforma e prints das conversas com atendentes ou mentores. Se você comprou criptoativos em uma corretora legítima e depois transferiu os ativos: extrato completo de transferências e saques da exchange, comprovantes de compra dos criptoativos, endereços das carteiras de destino, rede utilizada, hashes ou TXIDs de cada transação e e-mails de confirmação de saque. Em qualquer caso, também são importantes: prints da plataforma e do painel de saldo e lucros, conversas com professor, mentor ou grupo de sinais, links enviados, nome do site ou aplicativo utilizado, perfis e números de telefone envolvidos e boletim de ocorrência, se já realizado. Não apague conversas, aplicativos ou e-mails antes de salvar tudo.
Em golpes com criptoativos, é importante reunir o máximo possível de informações técnicas antes de registrar o boletim de ocorrência, como hashes das transações, endereços das carteiras, prints das conversas, links da plataforma utilizada, comprovantes de pagamento e dados de eventuais contas bancárias envolvidas.
Além da orientação jurídica, a vítima também pode utilizar ferramentas auxiliares para organizar essas informações. O site Cilada Cripto ajuda vítimas de golpes com criptomoedas a estruturar relatos para boletim de ocorrência, consultar endereços suspeitos e inserir carteiras fraudadoras em uma base de dados colaborativa.
Esse tipo de organização pode ajudar a relacionar o caso individual a outros golpes semelhantes, facilitar a análise técnica da ocorrência e aumentar a qualidade das informações apresentadas às autoridades.
Ainda assim, o uso da ferramenta não substitui o boletim de ocorrência oficial, a análise jurídica do caso nem eventuais medidas judiciais para rastrear, bloquear ou tentar recuperar os valores desviados.
Sim. Em golpes envolvendo criptoativos, a vítima deve reunir hashes das transações, endereços de carteiras, prints, links, comprovantes e conversas antes de registrar o boletim de ocorrência.
Uma ferramenta auxiliar é o site Cilada Cripto, que ajuda a estruturar relatos para boletim de ocorrência e permite consultar ou inserir carteiras suspeitas em uma base colaborativa.
Essas informações podem ajudar a conectar o golpe a outros casos semelhantes e facilitar a análise técnica. A ferramenta, porém, não substitui a atuação jurídica, o boletim de ocorrência oficial ou medidas judiciais cabíveis para rastreamento e tentativa de bloqueio dos valores.
O ideal é agir imediatamente. Valores em criptoativos podem ser movimentados por várias carteiras em minutos, convertidos em outros ativos, enviados para exchanges em outras jurisdições ou pulverizados de forma a dificultar o rastreio. Quanto mais rápida a documentação e a análise, melhores as condições para identificar pontos de bloqueio e fundamentar as medidas jurídicas. Se houve Pix para falsa corretora, a rapidez é essencial para a contestação bancária. Se houve transferência cripto, a rapidez é essencial para localizar os hashes e rastrear os ativos antes que os valores se tornem irrastreáveis. Se houve roubo de celular, a rapidez é essencial para comunicar a corretora e registrar o boletim antes que as transações sejam concluídas.
Não. Golpes de recuperação de cripto existem e são frequentes. Vítimas do primeiro golpe são reabordadas por pessoas que prometem recuperar tudo mediante taxa antecipada ou novo depósito para liberar os valores. Atuação jurídica séria não promete resultado garantido nem cobra antecipadamente com base em promessa de recuperação. Se alguém oferece recuperação garantida, rápida e condicionada a novo pagamento, trate como sinal de fraude.










